terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Então é Natal

O Natal está chegando e com isso o fim de mais um ano.
Não sei se já comentei com vocês, mas o Natal é a época do ano que eu mais gosto, por todos aqueles clichês que são inerentes a ele. Época de correrias na busca por presentes aos familiares e para os famosos Amigos Secretos. As casas ficam enfeitadas, as pessoas ficam mais amáveis, as lojas ficam mais cheias, se gasta mais dinheiro e o resultado disso é uma noite encantadora com os familiares, ou com as pessoas que se ama.
Mas com o final do ano não vem só o Natal, mas também o Ano Novo e o fim de todo um ciclo de escolas, faculdades, cursos, trabalhos e afins.
O balanço que eu faço desse ano que se esvai é bem positivo, aprendi muitas coisas, tive a oportunidade de ajudar as pessoas, me senti mais humano, mais útil, mais feliz, com a sensação de missão cumprida e com a devida bagagem para iniciar mais um ciclo em minha vida e para continuar o incansável aprendizado tanto material, quanto espiritual.
Como já havia dito esse ano tive que perder algumas batalhas para ganhar a guerra, mas a vida é assim cheia de mistérios que nos levam a sorrir e a chorar para aprender valiosas lições que só o tempo e as experiências podem nos proporcionar.
Por fim desejo um Feliz Natal a todos e um Ano Novo muito prospero e cheio de realizações.

Reizinho

Sou praticamente filho único de uma mãe quase solteira, porém muito presente em minha vida, e até a pouco tempo atrás tinha uma avó bem presente também.
Sempre reinei em casa, com punhos de aço, desde que eu me conheço por gente, e sempre fui tratado como um verdadeiro reizinho. Nunca aceitei ser contrariado e nunca aceitei nem que se quer pensassem em ameaçar a minha soberania.
Por causa disso arrumei algumas brigas, criei inimizades, cortei algumas relações, cedi por algumas vezes para ganhar no final das contas.
Sei que sou rei e continuarei sendo até quando Deus quiser!

Vamos mudar o Brasil

Alguns meses atrás fui convidado pelo colégio onde estudava para um encontro com os alunos do 3º ano para contar as minhas experiências na faculdade, digo as nossas experiências, pois mais ex-alunos assim como eu foram convidados.
Foi em um sábado pela manhã, e vários profissionais já formados também estavam presentes prontos para esclarecer as duvidas dos jovens (não que eu seja velho, mas enfim) concluintes do ensino médio. Tudo ocorreu de forma bem natural, todos contaram um pouco das suas experiências, algumas perguntas surgiram e as duvidas foram sanadas.
Mas o que mais me chamou a atenção em meio a isso tudo foi algo que a coordenadora do evento, a Dr. Débora, me disse:

- Tenho muitas expectativas sobre você, espero que você consiga mudar o Brasil.

Na hora essas palavras me soaram, até que normais, quer dizer, não tão normais assim, pois pude perceber o enorme peso que isso trazia e também o tom de desanimo e desilusão que a Dr. Débora me aparentou ter com a política brasileira. Não que eu ache ela maravilhosa.
Depois de analisar friamente a situação, me peguei pensando se era realmente possível conseguir tal intento e a conclusão que eu cheguei foi decepcionante. Isso não é possível de ser realizado. E não vou ficar explicando os vários empecilhos que teriam que ser vencidos para que isso se tornasse minimamente possível, e não vou ficar mais uma vez falando das teorias das Relações Internacionais e da Ciência Política que corroboram com o meu pensamento.
Sei que deve haver pessoas que discordam de mim, e que provavelmente terão o discurso de que se você não tentar nunca vai saber se dá certo e tudo mais. E o que eu tenho a dizer é que somos uma geração pouco interessada em política e mal conhecemos todos os nossos direitos, não estamos nem aí para o rumo que as coisas vão levando, e outras coisas mais que eu não vou me estender em falar, e que todos já sabem. E eu fico aqui me perguntando: Vamos mesmo mudar o Brasil?!

Percival X José


Sempre fui criado em meio a cães e gatos, sempre que podia viajava para o interior e ficava no meio do mato. Isso criou em mim certo apreço da minha parte com relação aos bichinhos.
Há uns três anos ganhei um gato do meu pai, o Percival, uma coisinha preta recém nascida que foi mimada criada com todo o amor e carinho dos seus donos “babões”, ou seja, nós.
Aos poucos ele foi crescendo, se tornando o dono da casa, o dono de seus donos e desfrutava de certa primazia territorial, até chegar o José, outro neguinho vira-lata, porém um cachorro mestiço de poodle. Quando nós o pegamos ele parecia o cachorro do Bob Marley, com o pelo todo embaraçado e comprido. Para nós foi uma felicidade por adotar um cãozinho, e para o Percival, uma tragédia, a perda de sua exclusividade e a divisão da nossa atenção.
Os dois hoje em dia se aturam, mas sempre rola uma provocaçãozinha por ambas as partes, pois um tem ciúmes excessivos do outro, e eles “brigam” como gladiadores numa batalha épica pela nossa atenção, e nós ficamos como expectadores assistindo o show desses artitas, rindo dos excessos e das manias de cada um.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Nossa amiga morte

Ontem fizeram exatamente 4 anos que minha vó se foi, e devo dizer que a saudade que eu sinto é enorme, e é como dizem não estamos nunca preparados para perder alguém que amamos, mas eu tento lembrar dos bons momentos que nós passamos e tento guardar somente as lembranças boas que tenho dela que foi praticamente a minha 2º mãe, que meu deu bons conselhos, que brincou comigo quando eu era pequeno, que me ensinou a enfrentar o mundo, que me ensinou a amar as pessoas como elas são, que sempre ficou do meu lado e que me amou com todas as forças. Agora restam apenas lembranças e a esperança de um dia podermos nos reencontrar novamente.

Quando se perde alguém especial
Perde-se o sentido do horizonte
Você fica na vertical anestesiado de tanta saudade
As lágrimas escorregam como chuvas de verão
E a pergunta é constante na mente
Onde erramos o caminho do coração de quem se ama
Não importa quem seja esse alguém
O que importa era que essa pessoa fazia parte de você
Era especial demais em sua vida
E não teve nem tempo de dizer o quanto a amava
Que sente sua falta
Sente falta do som dos seus passos, do assobio
Da bagunça que deixava em sua vida
O Horizonte se foi e essa perda
De quem era sua luz
Dói demasiadamente, que o coração
Fecha-se por uns tempos curtindo sua própria solidão...

Um 7 de setembro quase frustrado

Finalmente o feriado chegou, mas feriado do que mesmo? Ah sim! 7 de setembro dia da independência do Brasil...Aposto que muita gente não estava prestando muita atenção sobre o motivo do feriado, estavam todos como eu preocupados em chegar logo os quatro dias de descanso. Eu como sempre não deixo escapar a chance de um bom passeio, nem de sair do caos que é São Paulo (doce ilusão) fui viajar pra Barra dos Batatais sim, sim aquela mesma sobre a qual eu falei a uns posts atrás. Decidimos sair de madrugada para não pegar transito, mas para nossa surpresa estava um inferno naquela serrinha sentido Santa Catarina. Bom o resumo disso tudo é que eu fiquei 6 horas dirigindo, tomei uma fechada de um caminhão e ralei a lateral do meu carro no “guard rail”, mas cheguei vivo lá amém!


Como no sábado estava calor decidimos ir para o rio e aproveitar o dia, que foi bem gostoso por sinal. No fim da tarde fizemos planos para os próximos dias que contamos que estariam ensolarados por causa do céu estrelado (doce ilusão novamente) na madrugada o tempo virou e os dias que seguiram foram de frio... Resultado: ficamos em casa.
Na terça saímos de lá cedo rumo a capital e para nossa não tão surpresa estava transito e lá vamos nós subir aquela maldita serra. Resumo da história meu carro deu um “piti” no meio do caminho e eu tive que dar um tempo num posto de beira de estrada e comprar 1 litro de óleo pra pôr no motor que estava quase sem, mas depois disso a viagem foi tranqüila, cheguei em casa são e salvo com um leve ódio do feriado de 7 de setembro quase frustrado


Oportunidades e Escolhas

A todo momento na vida estamos escolhendo, ou seja, escolhi estar aqui escrevendo ao estar fazendo qualquer outra coisa, escolhi fazer faculdade, escolhi o curso que mais me agradava, escolhi ter amigos, escolhi ser feliz, escolhi ter um gato e um cachorro, pra resumir escolhi estar escolhendo, mas como tudo na vida tem uma hora que você entra em parafusos e começa a pensar nas suas escolhas a na própria vida e chega a conclusão que isso cansa....
Queria por algumas vezes não ter precisado escolher, queria poder parar no meio do caminho, pegar um fôlego para continuar a longa estrada, mas não dá e nesse meio de tantas escolhas existem as oportunidades como, por exemplo, um intercâmbio pela metade do preço, a tão sonhada proposta de emprego, a chance de fazer dinheiro enquanto você dorme. Falando nisso me pego pensando que ultimamente não tenho aproveitado todas as oportunidades que tenho como eu queria, as vezes acho que por culpa minha mesmo (e lá vamos nós voltar para as escolhas) e por outras por acreditar que minha cabeça não agüentaria tanto, mas a vida é assim fazer o que? Enquanto isso eu vou me perdendo para me encontrar e o mundo vai girando freneticamente enquanto eu espero uma paradinha para pegar carona.

Férias

Escrevo agora no ônibus voltando para São Paulo, não sei quando eu vou por no ar este post, mas tenho que dizer que minhas férias foram muito boas. Não visitei nenhum lugar paradisíaco, nem fui fazer um mochilão pela Europa, fiquei pras bandas do litoral de SP mesmo, pra variar na casa dos meus tios. É bom sair um pouco dos ares de São Paulo e ir para a praia respirar um ar um pouco mais saudável e ver a parte caiçara da família. Mesmo nos vendo quase sempre é sempre uma experiência diferente, sempre aprendemos coisas novas, temos a oportunidades de conhecer melhor os velhos conhecidos, de dormir e acordar sem se preocupar com que dia é hoje ou que horas são, ou de se descabelar ao perceber que estamos atrasados para algum compromisso, de brincar sem medo de repreensões, de voltar a ser criança, de exagerar, mas sem exagero, de ser feliz, de viver a vida intensamente tendo a certeza de que um amanhã melhor virá e novas oportunidades de diversão aparecerão em nossos caminhos.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Um feriado diferente

Já faz tempo que eu havia prometido esse post, mas como já disse antes tava tudo meio corrido, ai não deu.

Na páscoa fui convidado pelo meu tio a ir para barra dos batatais para passar o feriado na casa de uns amigos dele um pessoal muito legal, diga-se de passagem. No começo fiquei meio receoso pois meu plano era ir para praia, mas depois de muito insistir decidi ir com ele.

Decidimos sair de madrugada para nos encontramos com os amigos do meu tio em um posto na estrada às 7:00 horas da manhã. Depois de muito percorrer e depois de muitos quilometro longe de São Paulo chegamos ao lugar combinado. Descemos do carro, e meu tio nos apresentou a eles pois, além de mim foram minha tia meu primo e uma sobrinha da minha tia. De inicio fiquei meio tímido como sempre, nós conversamos um pouco, tomamos um café no posto mesmo e seguimos o nosso caminho pois ainda tinha muito o que percorrer para chegar em nosso destino. Antes de irmos para a casa deles paramos na cidade para comprar comida, bebida, e é claro repelente e mais repelente.
Pois bem finalmente chegamos em um vilarejozinho bem pequeno onde o acesso só e possível por balsa. Depois de atravessá-la chegamos em casa, deixamos as malas e fomos conhecer o lugar. A minha primeira impressão foi de um lugar bonito, porém sem muitas condições de vida para a população que lá habita. Para nós era puro lazer, uma vez que tínhamos levado tudo o que precisávamos, mas para os que moram lá deve ser bem difícil ter que buscar comida na cidade e se caso precisaram de um cuidado mais especializado, ter que ir até lá em busca de um hospital.

Travessia de Balsa

Um dos dias que não fomos para nenhum lugar, aproveitamos para conhecer melhor a cidade e pude perceber que as pessoas de lá são realmente muito necessitadas, mas também são um povo feliz, muito diferente das pessoas de São Paulo que têm muito dinheiro e são infelizes, secos e de mau com a vida.
No centro da cidade havia uma igrejinha, um pouco atrás da igreja havia um cemitério, e espalhadas ao redor casinhas de madeira e pau-a-pique.

Igrejinha

Cidade



Pois bem os dias que passamos lá foram maravilhosos, fomos visitar muitos pontos turísticos, muitas cachoeiras e trilhas e claro tivemos uma maior convivência com os amigos do meu tio que como eu disse no começo são gente finíssima. Para finalizar recomendo a todos que um dia se tiverem oportunidade visitem barra dos batatais

Cachoeira

Trilha

Update

Bom pessoal tudo bom com vocês?
Bom só estou dando uma passadinha rápida pra dizer que o blog está de cara nova, mas isso ja deu pra perceber né!? E que em breve espero postar muita coisa nova mesmo, porque agora estou de férias....amém
Mas é meio complicado esse negócio de postagem porque quando eu não tenho tempo, eu tenho muitas ideias, e quando eu tenho tempo as ideias me escapam, mas é isso em breve volto com boas novas.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Memórias Remotas

Me lembro nitidamente da lareira do casarão, era grande, imponente, feita de pedra e todas as noitas era acesa. Acho estranho lembrar justo da lareira, com tantas outras partes do casarão que uma criança de seis anos e meio poderia gostar, mas me lembro mais da lareira, não sei por que, mas na minha mente juvenil o que mais ficou marcado foi essa imagem da lareira, do fogo, e do bem estar e do calor que sentíamos quando estávamos próximos dela. O casarão era enorme, tinha muitos cômodos, uma sala enorme, um jardim muito bonito, uma piscina e um espaço ao ar livre com alguns brinquedos onde nós podíamos brincar.
Adorava brincar horas a fio sem parar, mas no final do dia tinha certeza que sentaria a frente da lareira para observar aquela dança das chamas consumindo o carvalho recém cortado que me hipnotizava e aquecia minha alma. 

terça-feira, 8 de junho de 2010

As culpadas são as vacas!

Bom pessoal minha vida pra variar anda muito corrida, mas consegui um tempinho pra escrever aqui...e o post de hoje é um tanto quanto inusitado!

O problema é que as vacas peidam, isso mesmo, não que haja algum problema em peidar, pois todos nós peidamos, mas fato é que as vacas peidam e fodem com nossa camada de ozônio, nós cidadãos consumistas e capitalistas que somos, nada fazemos, e a demanda por carne bovina só vem crescendo, e a consequência disso é que mais áreas de floresta são desmatadas, mais vacas são produzidas (digo produzidas mesmo, pois, hoje em dia com todos os avanços tecnologicos e científicos, as vacas são produzidas, foi-se o tempo que tudo ocoria por vontade da natureza), mais hormonios são injetados nas coitadas e nós continuamos comendo a carne cheia de "porcarias" sem tomar nenhuma providência, mas pra que providencia se as culpadas são as vacas que peidam e fodem nossa camada de ozônio? Mais fácil botar a culpa nelas.  

terça-feira, 18 de maio de 2010

Desabafo Desconexo

Todo dia me pego pensando sobre o rumo que as coisas do blog tomaram, não que eu tenha virado um pop star do internet, mas gosto de sempre trazer alguma coisa nova ou falar sobre uma coisa de que tenho vontade porque esse é o objetivo do blog mesmo. Às vezes me deparo com certas dificuldades e fico quebrando a cabeça de como passar por elas, mas é difícil. Sei lá queria só vomitar os meus "achismos" nesse pequeno espaço e ser feliz, mas a coisa é bem mais complicada do que parece não sei se complicada pra mim ou se para todos, uma vez que eu fiz o blog para me expressar e quem se identifica com minhas idéias é uma conseqüência natural. Eu queria não ficar tão encanado de o que, e como fazer as coisas e deixar tudo fluir mais livremente.


Enfim esse é o meu mundo e a maneira de como eu vejo as coisas. Espero que mais pessoas compartilhem das minhas idéias e chega de falar de coisas deprimentes.

Prometo que o próximo post vai ser legal!

Maldito inverno!

Olá queridos leitores!
Queria pedir para que se manifestassem e partisipassem mais...o blog de vagarzinho está crescendo, acredito eu e a opinião de vocês seria bem legal.

O ano está passando e já chegamos no inverno quem diria...Não gosto do inverno, quer dizer não que eu não goste, mas não gosto de levantar cedo de manhã num puta frio, escovar os dentes na aguá gelada e ter que tirar o pijama quentinho e colocar qualquer outra roupa e sair para ir para faculdade. 
Não gosto da aparência do céu fica tudo meio triste a não ser pelos casaizinhos que andam grudado por todas as partes....Não gosto disso também....Ok sou um recalcado porque não tenho uma namorada, mas beleza...
Voltando ao assunto o céu fica triste nesse tempo, você não tem vontade de fazer nada, só de dormir é claro. As pessoas ficam mais frias, mais centradas, não sei, totalmente diferente do verão onde todo mundo fica um pouco mais descontraído.
Esse tempo te incita a pensar na vida, nas coisas que você fez, nas que você não fez e nas que você se arrepende de ter feito, resumindo é deprimente.
É nesse tempo que as pessoas resolvem tirar do armário os casacos cheirando a naftalina e fazem as mais diversas combinações ridículas, pois vocês devem concordar comigo que uma bota marrom combina muito bem com uma blusa laranja, um casaco roxo e um cachecol verde. Enfim são casos perdidos...tem gente que não sabe se vestir e pronto. Não sou consultor de moda, nem gay, nem reparo de mais no que os outros estão vestindo, mas tem coisa que não passa despercebido.
Não sei se sou eu que fico diferente no frio, ou se todo mundo tem essa mesma sensação que eu, mas essa idéa de monotonia me irrita um pouco, não que eu seja um adorador do calor pois este também tem seus pontos negativos mas o fato é que o tempo frio me deprime.

terça-feira, 27 de abril de 2010

As aves que aqui gorjeiam

Bom depois de muito tempo...estou de volta! Tava tudo meio conturbado ultimamente, muitas coisas pra fazer, viagens, provas, eventos, enfim...
Mas em breve postarei sobre tudo isso com mais detalhes e com direito a uma tentativa não sei se bem sucedida de uma pseudo "reportagem" sobre um lugar que fui.

Mas mudando de assunto vamos ao post de hoje que já era pra ter sido escrito e postado faz tempo.

Ah o fim do ano!que época maravilhosa...quer dizer não só o fim do ano mas também todos os feriados, pois é neles que eu posso dar uma escapadinha da loucura de São Paulo e ir passar uns dias na praia, na casa do meu Tio. Como é bom ir para lá, esquecer que tenho provas para estudar, trabalhos para entregar, e tantas outras coisas que fazem parte , creio eu, do cotidiano da maioria das pessoas.
Tudo bem que as minhas várias idas à praia também viraram "cotidiano" mas enfim esse é um cotidiano gostoso de se viver. A mala já sabe até o caminho e praticamente se arruma sozinha quando algum feriado está por vir.
Chegando lá é uma alegria só! Como é bom  rever o pedaço caiçara (hahaha) da família. Muitas histórias para contar, muito papo pra por em dia e uns banhos de mar para  descarregar.
Chegando lá não dá mais vontade de voltar...queria ficar lá pra sempre se pudesse, mas infelizmente não dá.
Na hora de voltar dá um aperto no coração...mas ao mesmo tempo alegria de saber que no próximo feriado poderei estar lá de novo vivendo os momentos de descontração e união. Chegando em casa tenho a certeza de que "as aves que aqui gorjeiam, não gorjeiam como lá."


Verão, praia, sol, mar, familia reunida, aqui de perto, os que vem de longe, muita risada e descontração. Como é gostoso esse clima, todos se misturam contando historias...a casa vira uma bagunça só. Mas o mais gostoso é a união a troca de carinho, muitos sentimentos bons a serem compartilhados.

terça-feira, 30 de março de 2010

Número 1#


Acho que depois de muito tempo eu me encontrei em um esporte. Devo confessar que nunca fui bom em nada, e fazia as aulas de educação física empurrado. Tentei por muitas vezes pegar algum atestado médico que me dispensasse das malditas aulas, mas tudo em vão. Sempre era o ultimo a ser escolhido, e queria morrer quando o maldito professor mandava jogar futebol, que eu odeio, na maldita aula.
Tirando as aulas de educação física na escola, tentei de tudo como tae-kwon-do, capoeira, yôga, spinning entre outros, mas nada disso me fez tão feliz quanto a natação, coisa que eu vim descobrir depois de muito tempo, diga-se de passagem.
Entre muitas das minhas idas e vindas pelos esportes citados, resolvi fazer natação. Quanta euforia foi àquela primeira aula, eu adorava estar na piscina, mesmo quando por vezes eu engolia muita água...hahaha
O tempo passou e minhas habilidades na água melhoraram e eu fui convidado para ir para o "treino" era como chamavam as aulas mais avançadas que visavam os campeonatos, na academia onde eu fazia natação.
Mais uma vez o tempo passou e eu cansei de tudo aquilo.
Mas a uns anos atrás decidi voltar a nadar, não para treinar para competições, só por esporte mesmo, mas para minhas surpresa fui chamado novamente para ir para o "treino". Fui com prazer e lá meu instinto competidor despertou novamente. Treinava dia após dia para tentar ganhar daqueles que eram melhores do que eu, por mera satisfação pessoal. No começo não foi fácil, e eu por várias perdi.
O Tempo passou alguns pararam com a natação outros entraram, e eu comecei a ganhar da maioria do pessoal. De repente eu e mais dois colegas começamos a ser chamados de melhores alunos do treino. E lá se vão mais alguns meses e mais uma vez alguns saíram e alguns entraram, e eu comecei a ficar "famoso" (não, eu não estou me achando) lá na natação, ganhava de todos (mais uma vez eu não estou me achando o fodão, são apenas os fatos U.U) e tudo ficou chato novamente, não tinhas mais o desafio, não tinha mais aquele que era melhor que você, não precisava me esforçar mais pra ganhar de ninguém.
Nos últimos tempos isso mudou, acho que pelo meu comodismo, diria até que proposital, e uma nova professora que começou a dar aula pra gente, o pessoal começou a cobiçar o meu "posto", que maravilha que foi isso, ter que treinar, ralar, se matar para se manter no "topo". Como isso é bom, cada vez que competimos entre nós, e a disputa fica tão acirrada que você tem que usar toda sua força, toda sua energia que depois você fica "morto" de tanto cansaço. Como é boa essa sensação me faz sentir vivo, me faz sentir realizado por finalmente se bom em alguma coisa.

O Post de hoje rendeu...hahaha, mas já vinha pensado em escrever essa experiência a muito tempo. Espero que gostem



segunda-feira, 29 de março de 2010

Tempo

Confesso que o blog está meio abandonado, mas minha vida está corridíssima. Eu sei que eu não trabalho, e minha única preocupação é a faculdade, mas mesmo assim, a vida universitária não é facil.
Falando em tempo corrido o post de hoje é sobre o tempo. Espero que gostem!



Tentamos a todo momento controlar nossas vidas sem saber que nós é que somos controlados o tempo todo. Queremos que tudo seja programado, pré determinado e se por algum acaso do destino nos deparamos com um imprevisto ficamos loucos.
É bem verdade o que disse Cazuza quando afirmou que o tempo não para e a gente ainda passa correndo. A vida é tão curta o tempo é tão curto que mal temos tempo para fazer o que realmente desejamos. Não que eu seja um frustrado que não conseguiu fazer o que queria, mas o tempo é implacável.
A partir do momento que começamos a crescer, amadurecer e envelhecer o tempo parece passar tão mais rápido. Sinto saudades de quando era criança e ficava brincando o dia todo naquelas tardes intermináveis, como era bom, eu fazia tantas coisas, brincava de tantas coisas, que dava tempo de cansar, descansar e voltar a brincar sem que o sol saísse lá do alto do céu.
Sinto falta  das pessoas que já não estão mais presentes, do carinho da vovó e das broncas do vovô.
Sinto falta dos almoços em família, das viagens, do natal quando todos nós nos reuniamos e eu gavanha uma batata por dizer que o papai noel não existia.
Hoje estou na faculdade, e custo a acreditar que estou cursando o 2º ano, tudo passou tão rápido, o trote as novas amizades, o novo mundo acadêmico e as  festas.
Acho que esse é um grande problema do ser humano, não aceitar que o tempo passsa, que nós envelhecemos e que as coisas mudam.
Mas enfim, sinto saudades de quando era criança e ficava brincando o dia todo naquelas tardes intermináveis.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Egoismo

Mais um sexta-feira, e mais uma vez eu só tive tempo hoje para postar aqui.
O tema de hoje é egosimo, não que eu tenha definido um tema para falar sobre aqui no blog, mas é algo que já estava pensando em tratar. Vocês já pensaram em como nós somos egoístas? Sim isso mesmo que você acabou de ler, nós somos egoístas e não adianta dizer que não. Pense comigo, porque você tem amigos? 
Simples porque você quer algo deles, não estou dizendo que nós somos mercenários egoístas sem alma, mas que nós esperamos algo deles nem que seja simplesmente a amizade pra você se sentir mais seguro, ou seja com os nossos amigos ficamos mais descontraidos, mais seguros. Eles são como uma "droga" um "algo" que te faz sentir melhor. Ficou confuso né!? Vou tentar me explicar melhor usando outro exemplo e espero não exagerar.
Por que você ajuda seus pais? Seja lavando a louça ou dando uma faxinada na casa? Porque você é obrigado? Bom isso não conta...hahahah. Eu estava pensando nisso esses dias e foi aí que eu tive a idéia desse post. Minha mãe havia feito compras no mercado e me pediu que eu a ajudasse carregar as compras pra dentro, eu é claro fui dar um ajudinha. Foi ai que eu pensei mas por que porra raios eu estou ajudando? A resposta que veio a minha mente foi simples e um tanto quanto perturbadora, eu não queria ver o desgaste da minha mãe, não que ela tenha milianos, muito pelo contrário ela é bem jovem, mas eu pensei que ela já se preocupa com tantas coisas por que deveria se preocupar com isso? Por que ela deveria se desgastar mais? Pra nada é simples não quero vê-la "morta" ao fim do dia, ou seja eu estava ajudando não por ser simplesmente um favor, mas sim para eu me sentir bem. Olha aí o egoísmo. sempre eu, eu e eu.
Vamos a outro exemplo, por que usar roupas ou acessórios que chamem a atenção? Mais uma vez simples, você quer chamar atenção, ser notado para se sentir bem.

Obs: eu tenho um desse, e gosto de chamar atenção...hahaha


Eu sei o post é meio confuso, mas tem sentido, pense bem no que eu disse acima.
Quando e tive aula de Filosofia na Faculdade vi umas coisas assim que fazem sentido. Estudei um pouco sobre Kant (filosofo alemão - 22 de abril de 1724 - 12 de fevereiro de 1804)¹ que dizia que nós devemos agir de acordo com o nosso imperativo categórico, ou seja, agir de modo que as nossas máximas (ações) possam ser transformadas em leis universais. Ele também falava de usar as pessoas como fim e não como meio, explicando, no caso eu estava ajudando minha mãe para fazê-la feliz, contente ou qualquer coisa do gênero, mas isso não é certo pois na verdade eu a estava ajudando para não vê-la cansada, satisfazendo minha vontade, ou seja eu a usei como meio para atingir meu objetivo e não como fim (vê-la feliz).
Kant também chegou a conclusão que a única coisa que pode ser transformada em lei universal é a busca pela felicidade. Beleza agora eu confundi mais ainda...mas creio que não é tão dificil de entender.
Sim eu também fugi um pouco do tema...mas acho que no final das contas ficou "entendível". A moral da história é que somos movidos pelo nosso próprio interesse e queremos sempre o nosso bem estar.



¹ Fonte Wikipédia
Ps: Se quiser se aprofundar no assunto leia: " A Crítica da Razão Pura "de Immanuel Kant

sexta-feira, 5 de março de 2010

Transformações

Finalmente é sexta-feira, e eu tive um tempinho pra passar por aqui. A faculdade este semestre está impossivel, muitos textos para ler e muitos trabalhos a fazer. Falando em textos para ler, enquanto eu lia um dos textos que o preofessor havia recomendado, me deparei com os versos abaixo, e os achei muito interessantes. No seu contexto original o texto se refere a Nações e Estados, mas achei que poderia ir além disso.
Eu sei que a pintura abaixo é muito sugestiva, mas em nehum momento quiz relacionar o post com religião ou algo do tipo, se bem que seria possível, mas sim as transformações que passamos na vida ao entrarmos em contato com as pessoas e com o mundo, ou seja, estamos sujeitos a mudanças a todo momento uma vez que entramos em contato com o exterior e sabemos extrair o máximo do novo, e aprender com o desconhecido. Algumas vezes essas mudanças são para pior e outras para melhor, a conclusão disso, só o tempo dirá. 




Tendo aprimorado a arte de súplicas,
Como negá-las, a quem promover e quem
Conspurcar por ter ido longe demais, recriei
As criaturas que me pertenciam, ou as transformei,
Ou então as reformulei, tendo a chave tanto do ofício
Quanto do oficial, determinava que todos os corações contassem
No tom que aos meus ouvidos mais agradasse.

                                                                            "Philip Bobbitt"

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Antagonicos

Bom dessa vez não é nada que eu tenha escrito mas são duas passagens, se é que podem ser consideradas como passagens que eu gosto. Duas coisas antagonicas mas que uma hora todos passam, o tal de negócio de ser criança e querer crescer logo e o de ser adulto e querer voltar a ser criança, mas uma coisa é certa as coisas do passado são lembradas com ternura e o presente momento é vivido com satisfação, serenidade e maturidade.

Maturidade

A maturidade me permite olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura.
(Lya Luft)




Meus Oito Anos

Ah! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
Do despontar da existência!
Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é lago sereno,
O céu um manto azulado,
O mundo um sonho dourado,
A vida um hino d'amor!
Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Ah! dias da minha infância!
Ah! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
Pés descalços, braços nus
Correndo pelas campinas
A roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo.
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!

(Casemiro de Abreu)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Homem, Pai, Marido



Naquele dia acordou cedo, tomou seu banho, se vestiu e foi trabalhar. Como de costume voltaria a noite, trocaria meia duzia de palavras com a esposa e perguntaria como foi o dia do seu filho, assistiria um pouco de televisão e iria se deitar para um novo ciclo começar.
Passava por alguns problemas recentemente, mas nada que merecesse muita relevância.
Ultimamente algo não parecia bem, ele não trocava mais aquelas poucas palavras com a esposa, nem passava mais um tempo com seu filho. O casamento parece que tinha esfriado e o filho pouco lhe importava.
Ele se tornou distante, e a cada dia conversava menos, parecia um estranho em sua própria casa. O filho não o reconhecia mais e a esposa se perguntava onde estava aquele homem o qual conheceu a vinte anos atrás.
Com certeza havia algo de errado, mas ele nada falava pra sua esposa ou filho, não compatilhava mais as suas angustias e momentos de felicidade com eles. Não ria mais, não ficava mais feliz, estava sempre triste e calado talvez remoendo as mágoas, arrependimentos ou sabe-se lá o que. Se tornou um homem amargo definitivamente.
Mas naquele dia algo parecia diferente. Ele quebrou sua rotina diária, voltou para casa no horário do almoço coisa que já não fazia a tempos e teve uma conversa descontraida com a familia. Parece que depois de muitos anos a felicidade começava a tomar conta daquele homem, foi então que ele se dirigiu a sala e chamou pela sua esposa que prontamente respondeu. Pediu a ela um pouco de dinheiro emprestado, que sem hesitar lhe entregou, ele então saiu pela porta sem nada dizer e nunca mais voltou.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Preciso dizer que te amo!

Está tudo presetes a começar de novo, ou seja, o metro lotado, as pessoas mal encaradas, o empurra empurra cotidiano que é o metro às 6:00 horas da manhã e os professores nos massacrando com o conhecimento.

Mas tirando isso pensei que a volta as aulas seria mais interessante, pensei que veria gente nova e a faculdade lotada, doce ilusão! É bem verdade que o povo brasileiro é preguiçoso, pra minha não tão quase surpresa foram só cinco pessoas da minha sala! Que maravilha! Tudo bem que nós tinhamos combinado de ir por causa do aniversário de uma amiga minha, mas tirando isso nada de anormal, que dizer a única coisa anormal foi que o professor que segundo as más linguas está para morrer é idoso, nem se quer deu as caras por lá. O jeito foi voltar para casa mais cedo, que chato...hahaha.
Bom pelos acontecidos de ontem não fui pra facul no dia seguinte, diga-se de passagem uma sexta-feira, fiquei em casa para acabar de colocar as coisas em ordem de recém chegado de viagem. No meio das arrumações parei um tempo e me coloquei a pensar no quanto eu gostava das coisas, gostava de ter voltado mais cedo da praia e ter ido na faculdade de bobeira, gostava dos meus amigos, gostava do metro lotado, e gostava mais ainda da minha rotina, gostava do que eu tinha me tornado, enfim gostava do rumo que as coisas tinham tomado. Eu sei que eu estou longe de começar uma vida bem sucedida no grande mundo da Diplomacia, mas eu gostava de tudo o que tinha passado, gostava dos erros, dos acertos e de tudo que eu tinha feito...
Enfim parafraseando Cazuza: "Eu preciso dizer que te amo" minha vida, minha familia, meus amigos, minhas escolhas, meus acertos e meus erros.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Rotina e Hábitos

Para estrear vamos a primeira postagem de verdade!!!

Esses dias fui a uma festa infantil, até ai tudo lindo e maravilhoso. Sabado às 6 horas da tarde estava marcada a festa. Chegamos às 7. A festa estava boa pelo menos pra mim que adoro festas de criança. Mas não é na festa que eu quero me focar e sim no que ocorreu lá.
As pessoas foram chegando e se acomodando, e eu no meu canto obsevava tudo o que acontecia com olhos atentos pronto para falar da roupa de um que era esquisita, ou do outro que usava a mesma calça jeans e a camisa da outra festa. Sim nesse ponto eu e as pessoas da minha família somos bem filhos-da-puta observadores. A festa seguiu e cada um foi para um canto. Umas pessoas foram conversar fora do salão, outras se juntaram em um canto e empolgadas conversavam sobre os mais diversos assuntos, e eu de repente me vi sozinho sentado na mesa observando tudo o que ocorria, mas não estva sozinho por não ter onde me enfiar e sim por opção, naquele dia não estava a fim de conversar, e sim de observar.
Começei a pensar então no quão mecânicas são as pessoas, arriscaria dizer até o quão ritualisticas elas são, ou seja, chegam em um lugar comprimentam todos presentes, sentam em uma mesa, conversam , falam mal dos outros, chaga a hora do parabéns e todos cantam empolgados, logo em seguida vão para suas casas e comentam mais uma vez como fulano estava esquisito ou ciclana que estava com uma blusa tão decotada que seus peitos estavam explodindo.
Não sei se fui eu que viajei de mais pensando ali sozinho num canto do salão, ou se as coisas são realmente assim. Não que nós somos certinhos de mais ou bagunçeiros de mais....mas acho que as coisas acontecem bem por ai!
Acho até que podemos estender este pensamento ao nosso dia-a-dia, ou seja, levantamos, fazemos nossa higiene pessoal, nos vestimos, pegamos uma condução rumo ao nosso trabalho/colegio, voltamos para casa, assistimos televisão, jantamos e vamos dormir para tudo começar outra vez...
O que eu conclui com isso foi que as pessoas estão tão habituadas as rotinas que as vezes se esquecem de viver realmente e de dar valor ao que importa.


Apresentação !? Hi nice to meet you !

Bom depois de muito tempo resolvi começar a postar no blog, ou pelo menos tentar.
Não sei se tará muitos leitores, quer dizer pra falar a verdade acho que não vai ter nenhum mesmo mas enfim, quem sabe.

Decidi fazer o blog para me expressar...compartilhar as minhas neuras e as minhas ideias...dizer o que penso sem medo de ser feliz. Não sei se vou conseguir mas não custa tentar.
Espero que se divirtam possiveis leitores.